sábado, 30 de abril de 2011

Clássicos X Best-Sellers

Livros Clássicos são livros de grande valor cultural tanto na literatura de um país ou também mundialmente. Muitas vezes as histórias destes livros transmitiram a realidade da sociedade na época que foram publicadas, contém influências históricas e psicológicas por parte dos lugares e personagens retratados. Exemplos: Dom Quixote, Os Sofrimentos do Jovem Werther, Guerra e Paz, Madame Bovary e vários outros.
 Os livros considerados Best-Sellers são literalmente os mais vendidos, ou seja, têm um grande apelo popular, isso pode abranger diversos gêneros até mesmo livros técnicos e de auto-ajuda (que de longe não são livros literários). Exemplos: Harry Potter, O Caçador de Pipas, A Menina que Roubava Livros etc.
  Agora quais são os melhores os Clássicos ou os Best-Sellers?
  Não irem defender nada e nem ninguém, porque afinal de contas sou suspeita para falar já que adoro os livros Clássicos, mas também gosto de vários livros ditos Best-Sellers.
 Nem sempre um Best-Seller é realmente um bom livro, exemplo disso são autores que escrevem em cima de temáticas já existentes porque sabem que podem conseguir sucesso com facilidade, esse tipo de escritor tem uma grande falta de imaginação e geralmente só querem ganhar em cima disso, na verdade eles nem deveriam ter a honra de chegarem a terem um grande público leitor. A Literatura é uma Arte e não foi feita para ganhar dinheiro e fama. Escritor de verdade ganha reconhecimento e é totalmente diferente de fama, pois fama é algo passageiro e fácil de esquecer diferente de reconhecimento quando se é lembrado por algo de importância que tenha feito.
 Porém não podemos esquecer que muitos livros hoje considerados Clássicos no seu tempo de lançamento também foram como “Best-Sellers”. E quem sabe daqui algum tempo alguns Best-Sellers de hoje possam ser considerados Clássicos.  diversos gêneros atter pode abranger diversos g na ivros der a a
 diversos gêneros atter pode abranger diversos g na ivros der a a

sábado, 2 de abril de 2011

Clarice Lispector


É uma das maiores representantes da literatura nacional, com uma visão diferenciada sobre o mundo e um estilo literário único, intimista e profundo.
Há pessoas que alegam não entenderem Clarice Lispector, a resposta para isso é que Lispector escrevia mais para si mesma do que para os outros, por essa razão é de difícil entendimento para muitos.  Para ela, escrever era sinônimo de vida, de encontrar uma razão para esta.
Clarice não é apenas um mistério para os fãs, era um mistério para si mesma.
Sua obra literária além de enigmática e única também é revolucionária e marcante.
Alguns livros: “Perto do Coração Selvagem” (seu livro de estreia); “Laços de Família”; “Água Viva”;” Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres”; “A Paixão Segundo G.H.”; “ A Hora da estrela” Um Sopro de Vida (Pulsações)”.
Aqui vão algumas frases desta grande escritora, talvez elas digam melhor do que eu tentei escrever nestas poucas palavras:
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever”

“Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.”

“O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós.”

domingo, 6 de março de 2011

Personagens e suas marcas

É comum que diversos personagens da ficção chamem atenção do público, seja por serem carismáticos ou até mesmo antipáticos, que tenham personalidades fortes ou excêntricas, ou por outras características.
 Na verdade quando gostamos de um personagem é porque de alguma forma somos parecidos com eles e/ou admiramos, ou de certa forma gostaríamos de ser um pouco parecidos com estes.
 A ficção transmite muitas vezes mesmo parcialmente personagens que de alguma forma existem na realidade, pois afinal todos nós temos um pouco de heróis, anti-heróis e vilões.
 Ultimamente tenho analisado meus personagens preferidos, percebi que nem sempre são os protagonistas da história e alguns são verdadeiros anti-heróis e que de alguma forma sou parecida com eles. Isso me faz acreditar que os personagens despertam curiosidade e admiração e que nos deixam marcas de suas personalidades e de seus atos, inconscientemente sabemos que parecemos com eles e que somos todos imperfeitos.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O xângo de Baker Street


Seguindo a mesma reta do texto anterior, o livro da vez é “O Xângo de Baker Street” de Jô Soares, este já foi um dos grandes Best-sellers nacionais. É uma mistura da História Brasileira e de ficção.
Em formato de romance policial, tem um ar descontraído e cômico. A história gira em torno de dois crimes interligados, o primeiro é de um roubo de um violino Stradivarius de grande valor, outro é do suposto primeiro Serial Killer da História. Jô Soares soube construir uma ponte entre o que foi real e o ficcional, exemplo disso foi citação de fatos históricos e de personagens reais como D. Pedro II, Chiquinha Gonzaga, e Olavo Bilac e da ficção mostrando uma face imperfeita de um dos maiores de detetives do mundo, Sherlock Holmes e seu inseparável amigo doutor John Watson.

O Brasil Leitor


O Brasil não é um país leitor, demorará a ser.
É notável que muitos daqueles que tem o hábito da leitura, tem a preferência por livros estrangeiros e Best-sellers  que nem sempre tem uma boa qualidade, isso não é plenamente negativo ou um erro, as pessoas lêem o que elas bem entenderem.
O problema que acontece com frequência é que brasileiros alegam que os livros nacionais não lhe interessam e que a literatura de nosso país precisa de novos autores.
Isso não é verdade, o Brasil tem uma grande diversidade de autores talentosos, somos nós que não sabemos dar valor ao que temos.
Porém, o maior problema é a falta de incentivo a leitura. Livro é que nem filme, todos gostam de um gênero e ninguém gosta de todos os que existem.
VIVA A LITERATURA BRASILEIRA!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Rosamundo e os Outros


"Rosamundo e os Outros" de Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto), este é um daqueles livros deliciosos de se ler a qualquer hora. É um conjunto de crônicas onde muitas vezes o protagonista é o próprio Rosamundo, um homem carioca normal..., não é bem assim, seria normal se não fosse por um fato: a distração de Rosamundo, este é tão distraído que nasceu de 10 meses, havia esquecido de nascer; teve várias profissões e não permaneceu em nenhuma, por exemplo foi jóquei, mas em sua primeira corrida saiu com cavalo para o lado oposto, foi investigador policial, prendeu o delegado e soltou um criminoso. Sua distração já lhe colocou em tantas encrencas que não é possível listá-las aqui.
Este é o terceiro livro de uma série, os outros são: Tia Zulmira; e Primo Altamirando e Elas; contudo ainda não tive a oportunidade de lê-los.
Rosamundo e Outros é um livro capaz de melhorar o humor de qualquer pessoa.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Um Estudo em Vermelho

Sir Arthur Conan Doyle
Para os fãs de romances policiais ou para aqueles que desejam ler algum, aqui vai uma ótima recomendação: "Um Estudo em Vermelho" de Sir Arthur Conan Doyle. Esta é a primeira aventura de umas das duplas mais famosas da literatura mundial, Sherlock Holmes e seu inseparável amigo Dr. John Watson.
 Holmes é detetive consultor, de personalidade excêntrica, é inteligente, solitário e muitas vezes arrogante, um homem que quase sempre tem a razão a frente dos sentimentos. As soluções dos casos que resolveu se baseiam muitas vezes em observações e deduções. Mas é claro que Sherlock não seria como conhecemos se não fosse pelo Dr. Watson, quase sempre presente em todos os casos, aliás ele que narra as aventuras da dupla.
Para quem se interessar pelas aventuras desta dupla, Conan Doyle escreveu outros três romances: " O Signo dos Quatro", "O Cão dos Baskervilles" e "O Vale do Terror", e diversos contos.