Quando falamos de literatura contemporânea é quase impossível não citar J. K. Rowling, autora da tão famosa e aclamada série Harry Potter, é inegável dizer que tem um talento muito prestigiado e uma obra realmente encantadora e chamativa.
Porém o foco desta postagem, é que a série está para terminar. Bom, na verdade a saga literária já terminou, mas para os fãs só irá realmente terminar quando ocorrer o lançamento do último filme, o tão esperado “Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 2”. Então para quem é fã, que tal já ir recordando seus personagens e partes prediletos, pois o que Rowling conseguiu fazer foi uma infinidade de personagens com personalidades e histórias diferentes, fazendo com que todos pudessem se identificar com um deles ou apenas admirá-lo profundamente, ou também de conseguir criar uma história tão complexa e chamativa, que bem nas entrelinhas pode sim ter alguma interligação conosco, que somos apenas simples expectadores, mas é claro que isso só é possível com observação e imaginação. Porque também a vida não teria graça alguma se vivêssemos apenas de nossa própria realidade.
Então, qual ou quais são seus personagens prediletos? E qual é o seu livro ou filme preferido da série? Essas respostas todos já possuem, pense também na influência que estes tiveram ou ainda tem em sua vida. Por exemplo, acredito que todos tenham aprendido alguma lição com o professor Dumbledore, se emocionado com outro personagem ou até mesmo sentido raiva. Então caro leitor, a série pode estar para terminar, mas sempre lembre tudo isso que acabou de recordar e mais um pouco que talvez tenha faltado durante a leitura de minha postagem, pois deste modo “Harry Potter” nunca será esquecido, sempre terão seus fãs e continuaram a encantar as gerações que virão depois da nossa. É o fim de toda uma geração, a geração potteriana.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Sonho de Escritor
O sonho de todo escritor é receber reconhecimento pela sua obra, pela influência que pôde ter dado a cultura de um país, região ou até mesmo o mundo inteiro. Às vezes apenas basta publicar a sua obra, não é necessária a critica, apenas basta saber que fez a sua parte para melhorar nem que seja um pouco o mundo decadente em que vivemos.
Escritor é um artista que domina o mundo das palavras, do imaginário. A fama e o dinheiro não são o mais importante, pois ambos são passageiros, a fama é algo muito fácil de esquecer e o dinheiro é a pior invenção que o homem poderia ter inventado.
Os livros são mundos inventados, muitas vezes mais reais do que o próprio mundo de verdade, pois esse mundo em que vivemos é muito escasso e ao mesmo tempo demasiado de histórias, sentimentos e valores. É certo de que todos nós sempre sentimos que falta algo em nossas vidas patéticas e realistas demais. A arte surgiu nesta busca de completar a vida do homem, mas é claro que também veio como um relato histórico da época que foi criada, uma critica a sociedade, a busca do belo ou até mesmo daquilo que é desagradável.
Escritor nenhum tem o direito de usar as mesmas ideias de outro escritor, isso é plena e destacável falta de imaginação. O mercado editorial sempre dá foco para autores que tenham chance de serem bem vendidos, não se importam com talento ou com a arte. Pare para observar, quando entramos numa livraria os livros em destaque na maioria das vezes são Best-sellers e muitos têm uma mesma temática. Onde está a valorização da literatura!? Onde estão os verdadeiros escritores?
Se é para termos escritores, que sejam talentosos, revolucionários, méritos de terem um espaço na história da Literatura. Então para isso, devemos rever nossos conceitos do que a arte, valorizar aquilo que deve ser valorizado, zelarmos para que livros bons não se transformem em modinhas e percam parte de seu valor e fazermos com que escritores de verdade ganhem seu espaço para mostrar ao mundo a sua arte.
sábado, 30 de abril de 2011
Clássicos X Best-Sellers
Livros Clássicos são livros de grande valor cultural tanto na literatura de um país ou também mundialmente. Muitas vezes as histórias destes livros transmitiram a realidade da sociedade na época que foram publicadas, contém influências históricas e psicológicas por parte dos lugares e personagens retratados. Exemplos: Dom Quixote, Os Sofrimentos do Jovem Werther, Guerra e Paz, Madame Bovary e vários outros.
Os livros considerados Best-Sellers são literalmente os mais vendidos, ou seja, têm um grande apelo popular, isso pode abranger diversos gêneros até mesmo livros técnicos e de auto-ajuda (que de longe não são livros literários). Exemplos: Harry Potter, O Caçador de Pipas, A Menina que Roubava Livros etc.
Agora quais são os melhores os Clássicos ou os Best-Sellers?
Não irem defender nada e nem ninguém, porque afinal de contas sou suspeita para falar já que adoro os livros Clássicos, mas também gosto de vários livros ditos Best-Sellers.
Nem sempre um Best-Seller é realmente um bom livro, exemplo disso são autores que escrevem em cima de temáticas já existentes porque sabem que podem conseguir sucesso com facilidade, esse tipo de escritor tem uma grande falta de imaginação e geralmente só querem ganhar em cima disso, na verdade eles nem deveriam ter a honra de chegarem a terem um grande público leitor. A Literatura é uma Arte e não foi feita para ganhar dinheiro e fama. Escritor de verdade ganha reconhecimento e é totalmente diferente de fama, pois fama é algo passageiro e fácil de esquecer diferente de reconhecimento quando se é lembrado por algo de importância que tenha feito.
Porém não podemos esquecer que muitos livros hoje considerados Clássicos no seu tempo de lançamento também foram como “Best-Sellers”. E quem sabe daqui algum tempo alguns Best-Sellers de hoje possam ser considerados Clássicos. diversos gêneros atter pode abranger diversos g na ivros der a a
diversos gêneros atter pode abranger diversos g na ivros der a a
sábado, 2 de abril de 2011
Clarice Lispector
É uma das maiores representantes da literatura nacional, com uma visão diferenciada sobre o mundo e um estilo literário único, intimista e profundo.
Há pessoas que alegam não entenderem Clarice Lispector, a resposta para isso é que Lispector escrevia mais para si mesma do que para os outros, por essa razão é de difícil entendimento para muitos. Para ela, escrever era sinônimo de vida, de encontrar uma razão para esta.
Clarice não é apenas um mistério para os fãs, era um mistério para si mesma.
Sua obra literária além de enigmática e única também é revolucionária e marcante.
Alguns livros: “Perto do Coração Selvagem” (seu livro de estreia); “Laços de Família”; “Água Viva”;” Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres”; “A Paixão Segundo G.H.”; “ A Hora da estrela” Um Sopro de Vida (Pulsações)”.
Aqui vão algumas frases desta grande escritora, talvez elas digam melhor do que eu tentei escrever nestas poucas palavras:
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever”
“Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.”
“O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós.”
domingo, 6 de março de 2011
Personagens e suas marcas
É comum que diversos personagens da ficção chamem atenção do público, seja por serem carismáticos ou até mesmo antipáticos, que tenham personalidades fortes ou excêntricas, ou por outras características.
Na verdade quando gostamos de um personagem é porque de alguma forma somos parecidos com eles e/ou admiramos, ou de certa forma gostaríamos de ser um pouco parecidos com estes.
A ficção transmite muitas vezes mesmo parcialmente personagens que de alguma forma existem na realidade, pois afinal todos nós temos um pouco de heróis, anti-heróis e vilões.
Ultimamente tenho analisado meus personagens preferidos, percebi que nem sempre são os protagonistas da história e alguns são verdadeiros anti-heróis e que de alguma forma sou parecida com eles. Isso me faz acreditar que os personagens despertam curiosidade e admiração e que nos deixam marcas de suas personalidades e de seus atos, inconscientemente sabemos que parecemos com eles e que somos todos imperfeitos.
Na verdade quando gostamos de um personagem é porque de alguma forma somos parecidos com eles e/ou admiramos, ou de certa forma gostaríamos de ser um pouco parecidos com estes.
A ficção transmite muitas vezes mesmo parcialmente personagens que de alguma forma existem na realidade, pois afinal todos nós temos um pouco de heróis, anti-heróis e vilões.
Ultimamente tenho analisado meus personagens preferidos, percebi que nem sempre são os protagonistas da história e alguns são verdadeiros anti-heróis e que de alguma forma sou parecida com eles. Isso me faz acreditar que os personagens despertam curiosidade e admiração e que nos deixam marcas de suas personalidades e de seus atos, inconscientemente sabemos que parecemos com eles e que somos todos imperfeitos.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
O xângo de Baker Street
Seguindo a mesma reta do texto anterior, o livro da vez é “O Xângo de Baker Street” de Jô Soares, este já foi um dos grandes Best-sellers nacionais. É uma mistura da História Brasileira e de ficção.
Em formato de romance policial, tem um ar descontraído e cômico. A história gira em torno de dois crimes interligados, o primeiro é de um roubo de um violino Stradivarius de grande valor, outro é do suposto primeiro Serial Killer da História. Jô Soares soube construir uma ponte entre o que foi real e o ficcional, exemplo disso foi citação de fatos históricos e de personagens reais como D. Pedro II, Chiquinha Gonzaga, e Olavo Bilac e da ficção mostrando uma face imperfeita de um dos maiores de detetives do mundo, Sherlock Holmes e seu inseparável amigo doutor John Watson.
O Brasil Leitor
O Brasil não é um país leitor, demorará a ser.
É notável que muitos daqueles que tem o hábito da leitura, tem a preferência por livros estrangeiros e Best-sellers que nem sempre tem uma boa qualidade, isso não é plenamente negativo ou um erro, as pessoas lêem o que elas bem entenderem.
O problema que acontece com frequência é que brasileiros alegam que os livros nacionais não lhe interessam e que a literatura de nosso país precisa de novos autores.
Isso não é verdade, o Brasil tem uma grande diversidade de autores talentosos, somos nós que não sabemos dar valor ao que temos.
Porém, o maior problema é a falta de incentivo a leitura. Livro é que nem filme, todos gostam de um gênero e ninguém gosta de todos os que existem.
VIVA A LITERATURA BRASILEIRA!
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